Momentos

Por momentos

não sou,

não sinto,

não estou.

Estático, meu corpo inerte é nada.

Entre a morte e o viver,

apenas uma esperança vaga:

minha alma, leve, a evolar-se

qual essência

e, na transcendência,

só ela e o silêncio,

por instantes,

são dois amantes.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *